PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
 Em Dia com a AWR 
Medalhista Olímpica Conduz Pessoas a Cristo
 
 
Eugênia foi jogadora profissional de handball na seleção da ex-União Soviética. Com seu time, o Spartak de Kiev, Ucrânia, ganhou muitos títulos. Hoje, está aposentada do esporte profissional. Mora em Israel e trabalha como voluntária, produzindo programas de rádio sobre saúde para a AWR, FM (Rádio Mundial Adventista).
 
Eugênia Tovstogan nasceu em Moscou, Rússia. Como jovem atleta, muito promissora, mudou-se para Kiev a fim de estudar na melhor colônia de handball soviética e treinar para se tornar uma das melhores jogadoras. Com 16 anos, começou jogando para o Spartak, time de handball soviético mais famoso de todos os tempos. Nesse time, ganhou seis campeonatos para a URSS, cinco Eurocopas e muitas outras medalhas. 

O bronze olímpico, que normalmente é sucesso para qualquer competidor, tornou-se grande desapontamento na vida dos jogadores. As Olimpíadas de Seul eram a última chance para o time soviético, uma vez que o país se esfacelou alguns anos depois. Como a maioria de seus colegas de time, Eugênia foi deixada à sua própria sorte para lutar pela sobrevivência e, se possível, encontrar um novo time.

Em 1991, ela se mudou para Berlim, Alemanha, onde jogou por três anos. Para surpresa dela, a mãe foi visitá-la em Berlim e permaneceu por dois meses com ela. Sua mãe havia se tornado adventista do sétimo dia e durante aqueles dois meses contou à filha suas novas descobertas. 

Eugênia mudou-se para a França em 1993. Com essa mudança, ela decidiu também mudar seu estilo de vida. Começou a ler a Bíblia todos os dias e, em pouco tempo, decidiu não treinar aos sábados. Isso lhe custou muito caro: teve que deixar o time. Eugênia concluiu que o único lugar em que poderia jogar handball profissionalmente e guardar o sábado seria Israel. Graças aos contatos feitos com alguns amigos, ela se mudou para Israel. Poucas semanas antes da mudança, em 1996, Eugênia foi batizada em Kiev. Em Israel, ela jogou handball até o fim de sua carreira, no ano 2000.

Hoje, Eugênia diz: “Creio que, através do rádio, posso ajudar as pessoas a compreender a mensagem adventista sobre saúde, o que pode lhes proporcionar uma vida mais feliz. Desse modo, quero contar a todos sobre o prêmio que pode ser ganho por todos. Há uma medalha de ouro, mas não para uma pessoa só. Esta é para todos; todos podem ganhá-la e sei que não há outro prêmio no mundo que possa se igualar a esse. Estou sonhando com o dia em que poderei ficar sob a bandeira celestial, como vencedora, junto com milhares de outros, para cantar o hino que ainda não conhecemos, mas que todos saberemos, quando estivermos ali reunidos, diz a Bíblia.”